Aumento de 80% no preço do estacionamento no Parque Ibirapuera, Zona Sul de SP, desde 2020

Desde que a administração do Parque Ibirapuera, na Zona Sul da capital paulista, foi concedida à iniciativa privada, em 2020, o valor do estacionamento já aumentou 80%. A última vez que a Urbia subiu o preço foi em 10 de janeiro, quando ele atingiu R$ 18.

Em novembro de 2020 a Urbia começou a cobrar pelo estacionamento. Eram R$ 10 durante a semana e R$ 12 aos fins de semana. Em agosto do ano passado, deixar o carro no parque durante a semana bateu os R$ 16 para as três primeiras horas e R$ 20 aos fins de semana.

Se as correções obedecessem à inflação do período, o preço durante a semana deveria ser de R$ 12,46 e, aos sábados e domingos, de R$ 15,28.

No Horto Florestal, outro parque administrado pela Urbia na capital paulista, o estacionamento começou a ser cobrado em 2022: R$ 8 no meio da semana e R$ 12 aos fins de semana.

Já houve aumento nesse meio tempo. Atualmente, os preços são R$ 10 e R$ 15, também um aumento maior do que a inflação.

O SP2 acompanha de perto a concessão do parque. Em julho do ano passado, parte das obras previstas em contrato não foram cumpridas pela Urbia, como um novo playground e a reforma de uma fonte.

Em 4 de abril do ano passado, a Urbia foi multada em R$ 459 mil por construir obra sem licença ambiental. Em um relatório da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, os fiscais registraram que a empresa construiu obra em uma área de preservação permanente, sem autorização dos órgãos municipais competentes.

Em nota, a prefeitura disse que acompanha toda e qualquer medida adotada pela Urbia e que o contrato exige condições de mercado em relação ao preço do estacionamento. Sobre a multa, a prefeitura disse que ainda não foi paga e que a empresa foi obrigada a plantar mudas no entorno.

A Urbia, também em nota, disse que trabalha em melhorias no parque. Sobre a multa, informou que já fez o plantio de 12 mudas arbóreas, conforme acordado com a prefeitura, e que deve pagar cerca de R$ 16 mil reais após 12 meses do plantio.

Subtítulo 1: Aumento do estacionamento no Parque Ibirapuera

Ao longo dos anos, o Parque Ibirapuera tem passado por mudanças significativas em relação ao estacionamento. Com a concessão à iniciativa privada em 2020, os valores cobrados pelos visitantes aumentaram consideravelmente, causando impacto na experiência dos frequentadores.

Subtítulo 2: Comparação de preços entre os parques

A cobrança de estacionamento não se restringe apenas ao Parque Ibirapuera. O Horto Florestal, outro espaço administrado pela Urbia, também implementou taxas para deixar o carro no local. Essa tendência indica uma mudança no cenário dos parques públicos na cidade de São Paulo.

Subtítulo 3: Impacto das multas e irregularidades

As multas aplicadas à Urbia por questões ambientais e infrações relacionadas à construção de obras sem autorização demonstram a importância de fiscalização e cumprimento das leis para preservar os espaços públicos. Essas situações refletem diretamente na administração dos parques.

Subtítulo 4: Respostas da prefeitura e da Urbia

Diante das críticas e questionamentos sobre as ações da Urbia no Parque Ibirapuera, tanto a prefeitura quanto a empresa se pronunciaram, alegando medidas tomadas e compromissos assumidos para garantir a qualidade do serviço prestado e a manutenção do local.

Subtítulo 5: Futuro do estacionamento nos parques

Com as constantes alterações nos valores do estacionamento e as exigências contratuais a serem cumpridas, o futuro da gestão dos parques urbanos em São Paulo se torna uma pauta de discussão relevante. A transparência e a qualidade dos serviços oferecidos se tornam fundamentais para garantir o acesso democrático aos espaços públicos.

Perguntas Frequentes

1. Qual foi o aumento percentual no estacionamento do Parque Ibirapuera desde a concessão à iniciativa privada em 2020?
2. Quais foram as últimas alterações nos preços do estacionamento no Parque Ibirapuera e no Horto Florestal?
3. Por que a Urbia foi multada pela construção de obra sem licença ambiental no Parque Ibirapuera?
4. Como a prefeitura e a Urbia estão respondendo às críticas sobre a administração dos parques?
5. Quais são as perspectivas para o futuro da gestão do estacionamento nos parques urbanos de São Paulo?





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